Torres de arrefecimento [Descarregue este caso de aplicação como ficheiro PDF]
O crescimento de biofilme nas torres de arrefecimento pode causar sérios problemas, quer contribuindo com a degradação dos materiais quer, de maneira mais relevante, incrementando o risco de perigosas contaminações microbiológicas (por ex. Legionela). Por esses motivos, grandes quantidades de substâncias químicas (biocidas) são utilizadas para limitar o crescimento bacteriano em tais sistemas.
O gestor dessa torre de arrefecimento havia planeado uma dosagem automática de cloro na água, continuamente (24/7); sucessivamente, havia decidido instalar na planta uma sonda ALVIM, para verificar a eficácia de tal tratamento.

Considerando o fato que a sonda ALVIM sinaliza:
- a adição de solução de agentes oxidantes por meio de um imediato e amplo incremento do sinal, e
- o crescimento de biofilme por meio de um incremento, relativamente lento, de 150 mV e mais, a partir desse caso de cerca 500 mV (indicado na figura como "Linha de base do sinal") até 1200 mv,
os dados reportados na figura indicam que:
- a cloração realmente aplicada na torre era intermitente e irregular, e não contínua como planeado pelo gestor da planta (essa conclusão foi confirmada pelas medidas ORP, efetuadas pela equipa técnica da planta após a instalação de ALVIM; veja a figura abaixo);
- quando a concentração de cloro diminuía por um tempo suficiente, o biofilme iniciava a crescer; essa camada de bactérias foi depois eliminada na próxima cloração.
Observando a veja a figura abaixo, é possível notar que o sensor ALVIM pode detetar tanto o crescimento de biofilme quanto as variações na concentração de cloro. Ao contrário, um sensor ORP pode detetar exclusivamente as alterações na concentração dos agentes oxidantes, porém não pode monitorizar o crescimento de biofilme.

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